terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Invenções

Até onde vai a criatividade humana?
http://www.damncoolpictures.com/2010/01/bad-and-useless-inventions.html

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Servidor FTP

tutorial completo de como montar um servidor ftp no seu Linux o tutorial foi retirado de http://www.guiadohardware.net/tutoriais/instalando-servidor-ftp-linux/


Bom espero que ajudem a todos


Durante a instalação do pacote do Proftpd geralmente serão feitas algumas perguntas. A primeira é se você deseja deixar o servidor FTP ativo em modo standalone ou em modo inetd. O standalone é mais seguro e mais rápido, enquanto o inetd faz com que ele fique ativo apenas quando acessado, economizando cerca de 400 KB de memória RAM (que fazem pouca diferença hoje em dia). Recomendo o modo standalone.
Você terá também a opção de ativar o acesso anônimo, que permite acessos anônimos (somente leitura) na pasta /home/ftp, onde você pode disponibilizar alguns arquivos para acesso público. Neste caso os usuários se logan no seu servidor usando a conta “anonymous” e um endereço de mail como senha. Caso prefira desativar o acesso anônimo, apenas usuários com login válido na máquina poderão acessar o FTP.
No caso do Kurumin, outra opção dada pelo ícone mágico durante a instalação é a de restringir o acesso dos usuários (com excessão dos anônimos que já são restritos) a seus diretórios home. Assim o kurumin ficará preso na pasta /home/kurumin por exemplo, sem ter como ver nem alterar outros arquivos do sistema. Esta opção é bastante útil para melhorar a segurança do servidor.
Você poderá também ativar a limitação de banda, que permite limitar o upload de cada usuário a 10 KB/s por exemplo, para que o FTP não sature o link do servidor.
Depois de concluída a instalação o servidor fica ativo por default e é inicializado automaticamente durante o boot. Para parar isso basta usar a opção “Parar: Parar o servidor Proftpd”. Isso desabilita também a inicialização automática durante o boot, removendo o link /etc/rc5.d/S50proftpd.
Você pode acessar outras máquinas da rede com servidores FTP ativos usando o Gftp incluído no Kurumin. O FTP é uma boa opção para transferência de arquivos na rede local, é mais prático e fácil do que ficar compartilhando arquivos através do Samba. Uma das vantagens do FTP é que existem clientes para todas as plataformas, você pode baixar um servidor e cliente de FTP for Windows no:
http://sourceforge.net/project/showfiles.php?group_id=21558&release_id=126385
A configuração manual do servidor FTP é feita através do arquivo /etc/proftpd.conf. Este arquivo pode ser usado em qualquer distribuição, afinal independentemente de estar usando o Debian, Fedora ou o Mandrake, o proftpd será sempre o mesmo. Você pode inclusive transportar um arquivo gerado no Kurumin para outra distribuição se for o caso.
Sempre que fizer alterações no arquivo, reinicie o servidor para que elas entrem em vigor. Para isso use o comando:
# service proftpd restart
ou:
# /etc/init.d/proftpd restart
(no caso do Debian)
Uma das primeiras opções do arquivo é a opção Port, que permite alterar a porta usada pelo FTP. O padrão é usar a porta 21, mas muitos serviços de banda larga bloqueiam a porta 21 e a 80 para que os usuários não rodem servidores. Neste caso, você pode mudar para a porta 2121 por exemplo:
# Port 21 is the standard FTP port.
Port 2121
Ao mudar a porta padrão do servidor, os usuários precisarão indicar manualmente a porta no cliente de ftp ou navegador, como em: ftp://200.234.213.23:2100
Em seguida vem a opção MaxInstances, que limita o número de conexões simultâneas ao servidor FTP. Esta opção trabalha em conjunto com a limitação de banda (veja a seguir), você pode limitar os downloads de cada usuário a um máximo de 10 KB/s e limitar o servidor a 3 usuários simultâneos, assim o FTP consumirá um máximo de 30 KB/s do link do servidor.
MaxInstances 30
Se você quiser limitar o acesso dos usuários à seus diretórios home, adicione a linha “DefaultRoot ~” no final do arquivo. Lembre-se que no Linux o “~” é um coringa, que é automaticamente substituído pela pasta home do usuário que está logado. Esta linha é adicionada pelo ícone mágico:
# Restringe os usuários a seus diretórios home
DefaultRoot ~
Para ativar a limitação de banda, adicione a linha “TransferRate RETR 8:10″, onde o “8″ pode ser substituído pela taxa desejada, em KB/s. Esta linha também é adicionada pelo ícone mágico ao ativar a opção:
# Limita a taxa de upload do servidor FTP
TransferRate RETR 8:10
A princípio apenas os usuários que tiverem logins válidos no servidor poderão acessar o FTP. Caso você queira abrir um FTP público, adicione estas linhas no arquivo de configuração. Elas ficam comentadas no arquivo original:

User ftp
Group nogroup
UserAlias anonymous ftp
DirFakeUser on ftp
DirFakeGroup on ftp
RequireValidShell off

MaxClients 20
DisplayLogin welcome.msg

DisplayFirstChdir .message


DenyAll



Umask 022 022

DenyAll


AllowAll


A linha “MaxClients” determina o número máximo de anônimos que poderão se logar no servidor. Esta opção é separada da Maxclients principal, que limita o número de usuários com login válido. Você pode permitir 30 usuários válidos e mais 20 anônimos por exemplo.
A opção “DisplayLogin welcome.msg” indica o a mensagem de boas vindas que é mostrada quando os usuários logam no FTP. Por padrão é o arquivo /home/ftp/welcome.msg.
Os usuários anônimos têm acesso apenas aos arquivos dentro da pasta /home/ftp. Este é o diretório raiz para eles, eles não tem como ver muito menos alterar outros arquivos do sistema.
A seção “Directory incoming” mais abaixo cria uma pasta de upload (por padrão a /home/ftp/incoming) onde os anônimos poderão dar upload de arquivos. A idéia é que você veja periodicamente o conteúdo da pasta e mova o que for útil para a pasta /home/ftp para que o arquivo fique disponível para download.
Por padrão os anônimos não podem ver o conteúdo da pasta incoming, podem apenas dar upload. Se necessário, crie a pasta incoming com os comandos:
# mkdir /home/ftp/incoming
# chown nobody.nogroup /home/ftp/incoming
Para acessar o seu servidor, os clientes devem usar o login “anonymous” ou “ftp”, usando um endereço de e-mail qualquer como senha.
Uma medida comum ao ativar o upload dos usuários anônimos é usar uma partição separada para o FTP, para evitar que algum engraçadinho fique dando upload durante a madrugada até lotar o HD do servidor. Neste caso você precisa apenas adicionar uma linha no arquivo /etc/fstab, para que a partição desejada seja montada durante o boot.
Esta linha de exemplo montaria a partição /dev/hda3, formatada em reiserfs na pasta /home/ftp:
/dev/hda3 /home/ftp reiserfs defaults 0 0

Criando usuários

Imagine agora que você quer uma configuração um pouco mais complexa, com vários usuários, cada tendo acesso a apenas uma pasta específica.
Imagine por exemplo que você resolveu criar repositório para os arquivos de vários projetos. O mantenedor do projeto1 pode dar upload para a pasta /home/ftp/projeto1 (por exemplo), mas não deve ter acesso a outras pastas nem a outros arquivos do sistema. Os usuários anônimos terão acesso às pastas de todos os projetos, mas naturalmente apenas para leitura.
A forma mais simples de fazer isso é criar os usuários que terão acesso ao FTP, colocando a pasta a que terão acesso como seu diretório home e bloqueando o uso do shell, para que eles não possam acessar o servidor remotamente através de outros meios, via ssh por exemplo.
Vamos começar adicionando no arquivo a opção que prende os usuários nos seus diretórios home:
DefaultRoot ~
Você vai precisar adicionar também a seção para liberar o acesso anônimo ao ftp, que vimos acima. Como queremos apenas que os mantenedores dos projetos possam dar upload de arquivos, remova a seção “”.
A seção vai ficar:

User ftp
Group nogroup
UserAlias anonymous ftp
DirFakeUser on ftp
DirFakeGroup on ftp
RequireValidShell off

MaxClients 20
DisplayLogin welcome.msg

DisplayFirstChdir .message


DenyAll


O diretório padrão do FTP, onde os visitantes terão acesso aos arquivos é a /home/ftp. Em outras distribuições pode ser a pasta /var/ftp, dê uma olhada em como o arquivo vem configurado por padrão.
Vamos começar criando subpastas para cada projeto:
# mkdir /home/ftp/projeto1
# mkdir /home/ftp/projeto2
# mkdir /home/ftp/projeto3

etc…O próximo passo é ir adicionando os usuários no sistema, tendo o cuidado de fazer as alterações no diretório home e no shell padrão, para que eles tenham acesso via FTP e apenas à pasta desejada.
Para adicionar os usuários, use o comando “adduser”, como se estivesse criando uma conta normal:
# adduser projeto1
Acrescentando usuário projeto1…
Acrescentando novo grupo projeto1 (1005).
Acrescentando novo usuário projeto1 (1005) com grupo projeto1.
Criando diretório pessoal /home/projeto1.
Copiando arquivos de /etc/skel
Enter new UNIX password:
Retype new UNIX password:
passwd: password updated successfully
Veja que por padrão ele cria a pasta /home/projeto1, que fica sendo o diretório home do usuário criado. Mas, neste caso queremos que o home seja a pasta /home/ftp/projeto1 onde ele irá dar upload dos arquivos.
Para alterar isso, vamos no arquivo /etc/passwd onde ficam guardadas as informações dos usuários:
# kedit /etc/passwd
Na última linha do arquivo você verá:
projeto1:x:1005:1005:,,,:/home/projeto1:/bin/bash
Vamos alterar o “/home/projeto1″ para “/home/ftp/projeto1″ para trocar o home e o “/bin/bash” para “/bin/false” para travar o usuário e impedir que ele fique fazendo o que não deve no servidor. Se você preferir que além do acesso via ftp, os usuários tenham acesso via ssh, então mantenha o “/bin/bash”.
Depois das alterações, a linha ficará:
projeto1:x:1005:1005:,,,:/home/ftp/projeto1:/bin/false
Você pode aproveitar para remover a pasta /home/projeto1, já que não precisaremos mais dela:
# rm -rf /home/projeto1/
Na verdade, este processo serve para que você entenda melhor o processo de criação deste usuários “falsos” no Linux. Estas alterações podem ser especificadas ao criar o usuário. Não é preciso sair editando todos estes arquivos manualmente.
O comando para criar o usuário “projeto1″ usando a pasta /home/ftp/projeto1 como home e o /bin/false como shell, seria:
# adduser –home /home/ftp/projeto1 –shell /bin/false –no-create-home projeto1
Não se esqueça de acertar as permissões da pasta /home/ftp/projeto1:
# chown -R projeto1 /home/ftp/projeto1/
Agora falta só reiniciar o servidor FTP para que as configurações entrem em vigor:
# service proftpd restart
Em distribuições derivadas do Debian você vai precisar adicionar a linha “/bin/false” no final do arquivo /etc/shells para que ele possa ser usado:
# echo “/bin/false” >> /etc/shells
Feito isso, você já conseguirá logar-se no servidor usando o login criado. O usuário não enxerga nada fora da pasta “/home/ftp/projeto1″ e todos os arquivos que der upload vão para lá:
02
A senha de acesso ao FTP é a mesma definida na hora de criar o usuário. O proftpd simplesmente aproveita o sistema de autenticação do sistema. Se você precisar alterar a senha do usuário, use o comando “passwd projeto1″.
Esta configuração é muito usada em servidores Web, que hospedam vários sites num sistema de hosting compartilhado. O mais comum nestes casos é que cada site tenha uma conta no sistema e uma pasta onde vão os arquivos do site, como por exemplo /var/www/site1/. Esta pasta fica acessível via FTP para o dono possa atualizar o site.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O SQL Explorer é um plugin que permite acessar e fazer consultas SQL a bancos de dados a partir do Eclipse. Veja abaixo os passos para instalar e configurar a conexão ao banco. Utilizei o Eclipse Ganymede (3.4.1).
SQL Explorer - clique na imagem para ampliar
SQL Explorer - clique na imagem para ampliar
Instalando o plugin
- Acesse o menu Help > Software Updates…
- Na aba Available Software, clique no botão Add Site…
- Informe no campo Location o endereço http://eclipsesql.sourceforge.net/ e clique OK.
- A opção SQLExplorer Updates aparecerá na listagem. Dentro desta opção, selecione Eclipse SQL Explorer e Eclipse SQL Explorer RC6 P6
- Clique no botão Install…
- Confirme os plugins e clique Next
- Aceite a licença e clique em Finish
- Reinicie o Eclipse
Configurando o conector do MySQL
- Acesse o menu Window > Preferences
- Acesse a opção SQL Explorer > JDBC Drivers
- Selecione a opção MySQL Driver e clique no botão Edit
- Se você não tem um conector ainda, baixe um do site do MySQL
- Na aba Extra Class Path, clique no botão New
- Selecione o caminho do arquivo jar do conector
- Após informar o arquivo, clique no botão List Drivers
- Selecione o driver apropriado (normalmente com.mysql.jdbc.Driver)
- Clique no botão OK para concluir.


Configurando uma conexão ao MySQL
- Acesse o menu Window > Open Perspective > Other
- Selecione a perspectiva SQL Explorer
- Na janela Connections, clique com o botão direito do mouse e selecione a opção New Connection Profile…
- Dê um nome para a conexão, selecione o driver do MySQL
- Informe a URL do banco (exemplo: jdbc:mysql://localhost:3306/nome_do_banco)
- Informe o usuário no campo User
- Expanda a árvore da conexão criada, clique com o botão direito do mouse sobre o usuário root, Connect
- Após informar a senha, você estará conectado ao banco
- Faça suas consultas na janela SQL Editor
- Se uma janela SQL Editor não abrir automaticamente, botão direito sobre o nome da conexão > New SQL Editor
Passei algumas horas usando o plugin. Embora eu saiba que os propósitos das duas ferramentas sejam diferentes, cheguei à conclusão de que nada substitui o phpMyAdmin, que tem wizards para tudo.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Uma dica da série Pragmatic Programming: aumente sua produtividade acessando seu servidor SSH ou FTP a partir do Eclipse com o Remote System Explorer.
Utilizando o Remote System Explorer você pode:
- Conectar-se a servidores Windows/Linux/Unix remotamente.
- Explorar o sistema de arquivos desses servidores.
- Editar e salvar arquivos remotamente.
- Abrir um terminal e executar comandos remotamente (adeus Putty!).
A funcionalidade é parte do Target Management que, por sua vez, é um subprojeto do Device Software Development Platform (DSDP).
Nos passos descritos a seguir, usei o Eclipse Ganymede (3.4.1). No Galileo (3.5.0), os passos devem ser parecidos.
Instalando o plugin
Acesse o menu Help > Software Updates…
Na aba Available Software, clique no [+] da fonte http://download.eclipse.org/releases/ganymede
Clique no [+] da seção Remote Access and Device Development
Marque a opção Remote System Explorer End-User Runtime
Clique no botão Install…
Abrindo a view
Após a instalação, acesse o menu Window > Show View > Other…
Dentro da pasta Remote Systems, selecione a view Remote Systems.
Configurando uma conexão FTP
Dentro da view Remote Systems, clique com o botão direito do mouse e selecione New > Connection…
Selecione General > FTP Only, botão Next.
Informe os dados do host, botão Next, botão Finish.
Para se conectar ao servidor, botão direito sobre o nome da conexão, opção Connect. Informe usuário e senha.
Você pode transferir os arquivos arrastando de qualquer view Explorer para dentro da pasta da view Remote Systems, ou com Ctrl+C no arquivo local, Ctrl+V na pasta remota. Você ainda pode editar os arquivos diretamente no servidor.
Configurando uma conexão SFTP ou SSH:
Terminal SSH
Terminal SSH
Dentro da view Remote Systems, clique com o botão direito do mouse e selecione New > Connection…
Selecione General > SSH Only, botão Next.
Informe os dados do host, botão Next, botão Finish.
Para se conectar ao servidor, botão direito sobre o nome da conexão, opção Connect. Informe usuário e senha.
Para abrir um terminal, botão direito sobre a opção Ssh Terminals, Lauch Terminal.
A dica foi útil para você?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Bateria de Notebook

Aumente a vida útil da sua Bateria de Notebook:
Como usar a bateria do Notebook?
01 - Baterias de Li-íon  (notebooks atuais) não causam efeito memória. (famoso vicio de bateria)
02 - Somente as baterias de NiMn e NiCd têm efeito memória.
03 - A vida útil de uma bateria de note varia de 500 a 800 ciclos de carga/descarga. (feita para durar de 2 a 3 anos com uso racional, claro)
04 - Uso intenso da bateria, por exemplo, executivos, vendedores externos, a vida dela não deve passar de 1 ano devido ao grande volume de ciclos carga/descarga.
05 - Nunca dê carga na bateria e retire do note pra guardar por muito tempo, ou seja, mais de 2 meses (quando voltar pra pegar e usar ela no laptop, corre o risco de ter perdido a capacidade de carga de antes).
06 - Nunca descarregue totalmente a bateria do note e guarde também. A bateria guardada vai perder o restinho de carga e pode chegar a 0%. Se chegar, adeus - Não pega mais carga.
07 - No entanto, uma bateria nunca deve perder totalmente sua carga. Senão vc não consegue "ressucitar" ela com o carregador (Adaptador AC).
08 - Quando o windows avisar que a bateria deve ser carregada, deixe ela chegar até 1% e só depois coloque o carregador ou então deixe finalizar as tarefas e ponha o carregador novamente. 
09 - Quando for usar o note, repare se a ultima vez que usou e desligou, ele estava com carga total + de 98% (usando Corrente Alternada - CA, ou seja, no carregador).
10 - Se sim, ligue o note no carregador e use normalmente.
11 - Se não, continue a usar na bateria e aguarde até que ela descarregue próximo de 1%.
12 - NÃO FAÇA CARGA/DESCARGA DA BATERIA TODO DIA!!!! A não ser que seu trabalho induza a isso. Você estará reduzindo os ciclos de carga/descaga da bateria. A vida útil cai.
13 - Se tiver oportunidade no local de usar a corrente alternada (na tomada), opte por isso.
14 - Faça DESCARGA/CARGA na Bateria pelo menos 1 vez por mês.
15 - Lembre-se ela é feita pra durar de 2 a 3 anos... (exclui-se os casos de uso intenso em ambientes externos. Nesse caso, usa-se uma bateria sobressalente)
16 - Deu queda de energia de mais de 1 minuto?? Então retire o cabo de força do note e use NA BATERIA até esgotar próximo de 1%.
17 - Ficar retirando e colocando a bateria do note pode causar degastes no cotato bateria/note. E com isso, ela poderá também ficar folgada futuramente na carcaça do note gerando mau contato entre as partes da bateria e do laptop.
18 - Pode-se também seguir uma sistemática de uso assim:
            - use a bateria do notebook até uns 20% sobrando de carga.
            - retire a bateria do notebook e guarde na pasta com esta carga.
            - vá usando o laptop apenas no carregador durante a semana.
            - nos fins de semana ou na segunda-feira, coloque a bateria e use-a descarregando aqueles 20% que estavam guardados.
            - Carregue novamente até dar 100% e depois descarregue atingindo dos 20%.
            - guarde novamente a bateria na e volte a usar no adaptador AC durante a semana.
            - vai repetindo o processo de semana em semana.
19 - Ao final de 1 ano, sua bateria deverá ter completado apenas uns 50 ciclos de carga/descarga. Somando aí os trabalhos EXTERNOS com o note, você estará consumindo no mais ou menos uns 200 ciclos de carga/descarga em 1 ano.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Montando uma Rede Mista - parte 2

A primeira fase para montar um rede de computadores mista é saber quais os serviços a sua rede vai precisar. Onde os principais serviços são:
  • Servidor de Virtualização - Onde será instalados os servidores virtuais.
  • Servidor LDAP - Autenticação Centralizada
  • Servidor Compartilhamento de arquivos
  • Servidor Web
  • Servidor SVN
  • Servidor FTP
  • Servidor Proxy
  • VPN
  • Servidor de Impressão
  • Firewall
Em seguida pode escolher em utilizar máquinas físicas ou virtuais, estarei assumindo por máquinas virtuais.  A instalação funciona da mesma maneira em ambas situações, após a instalação do Servidor de Virtualização.


Agora será necessário planejar quantas máquinas existirão e quais serviços disponibilizarão. 


Adotei a seguinte situação: 

  1.  hostserver ( Máquina Física )
    1. VMware Server ( servidor de virtualização )
    2. DHCP
    3. Proxy
    4. Firewall
  2. register (Virtual)
    1. LDAP
    2. Samba PDC
    3. Compartilhamento de arquivos ( perfis móveis )
    4. FTP
  3. webserver (Virtual)
    1. LAMP ( Linux Apache MySQL PHP5 )
    2. PostegreSQL
    3. JBOSS ( Pronto-agile )
    4. FTP
  4. webserver developer (Virtual)
    1. LAMP ( Linux Apache MySQL PHP5 )
    2. SVN
    3. FTP
Em breve estarei descrevendo com instalar esses servidores.